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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Arte & Fato

AACA
Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas
ARTE & FATO
Bodas de Sangue, de Federico Garcia Lorca -
Por Douglas Rodrigues
A AACA - Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas ARTE & FATO, teve inicio em 1999, com inúmeros artistas oriundos do CAUA - Centro de Artes da Universidade do Amazonas. Seu nome de fundação era Grupo de Repertório Arte & Fato, baseado e extraído, do Grupo de Repertório Wagner Melo, um grande incentivador dos artistas envolvidos na ideía de consolidar as artes cênicas na cidade. Em 2001 recebeu o prêmio apoio montagem da Secretaria de Cultura do Amazonas com o espetáculo infantil: Putz, a Menina que Buscava o Sol; Em 2003, Prêmio auxilio montagem do Governo do Amazonas com o espetáculo Adulto: As Donas do Apocalipse; Em 2004 contemplado no Prêmio FUNARTE/MINC - Projeto Nacional Caravana de Circulação Brasil-Amazônia com o espetáculo: Putz, A Menina que Buscava o Sol, percorrendo 14 municipios com oficinas e Workshops sobre teatro Infantil, além da obra encenada nas ruas, praças, escolas e Teatros. No II Festival de Teatro da Amazônia realizado em Manaus, recebeu os prêmios: Melhor Figurino, Melhor Iluminação, Melhor Cenário, Melhor Direção, e Melhor Espetáculo, com a encenação de: A Gema do Ovo da Ema, de Silvia Orthof. Prêmio Governo do Amazonas de Apoio a Produção 2007 pela remontagem de: Putz, A Menina que Buscava o sol. No III Festival de Teatro da Amazônia recebe pelo espetáculo: Putz, A Menina que Buscava o Sol, de Maria Helena Krunher os prêmios: Melhor Iluminação, Melhor Cenário, Melhor Figurino, Melhor Atriz para Carol Santa Ana e Melhor Direção. Em 2006, Contemplado no prêmio Myriam Muniz de Teatro viabilizado pelo MINC/FUNARTE – Fundação Nacional de Arte, com o programa de oficinas para jovens em estado de vulnerabilidade social, seguido da montagem - homenagem ao Grupo VENTOFORTE pela contribuição ao Teatro Nacional, encenando a obra: O Labirinto do Januário de, Ilo krugli, com estréia Nacional no Teatro Amazonas em Agosto de 2008. No IV Festival de Teatro da Amazônia recebe o prêmio Jurupari de: Melhor Musica e Melhor Direção, além das indicações a Figurinos, Iluminação, Cenografia e Melhor Espetáculo, com o Labirinto do Januário. Em 2007 recebe o prêmio FUNARTE - Myriam Muniz de Teatro, com o espetáculo: Teatro História: Manaus para Crianças. Em 2008 com o espetáculo Yebá Burôh – A índia velha do universo recebe os prêmios: Melhor Música, Melhor Figurino e Melhor Direção. Em 2009, através de Lei Rouanet – recebe carta aprovação ao projeto: Arte & Fato: 10 anos em Processo. Além dos prêmios: PROARTE – Programa de Cultura de Artes do Estado com Bodas de Sangue, PAIC – Programa de Apoio e Incentivo a Cultura, com Essa tal de Natureza, com o mesmo projeto recebe o prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Fundação Nacional de Artes e dentro da VI edição do Festival de Teatro da Amazônia recebe os prêmios: Melhor Cenografia, Melhor Música, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Atriz Principal, Melhor Direção e Melhor espetáculo. No ano de 2010 representa o grupo no IV encontro TEIA Nacional realizado em Fortaleza/CE, com o Ponto de Cultura Estação Cultural. Atualmente a AACA foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz de Circulação Nacional com o espetáculo Yebá Burôh - A Índia velha do Universo e BOLSA RESIDÊNCIA em São Paulo - nos Grupos XPTO de Oswaldo Gabrielli e VentoForte - de Ilo Krugli, No mesmo ano, aprovado pelo edital PROARTE - 2010 com a montagem da obra; VENTOS DA MORTE, inspirado na obra SIMUM de August Strindberg com estreía prevista para o primeiro semestre de 2011.



Yebá Burôh - A Índia Velha do Universo
Myriam Muniz de Teatro - 2008 -  FUNARTE
Myriam Muniz de Teatro Circulação Nacional - 2010 - FUNARTE

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