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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Essa Tal de Natureza, da obra de Leyla Leong.


Leyla Leong -  Escreve:
Querido Douglas,
Novamente meus parabéns pelo teu trabalho.
A-do-rei!!!
Muita gente ensaiou uma crítica me perguntando (maldosamente): "e o teu texto, onde ficou?" ao que tenho respondido: "o que interessa é a idéia, a mensagem. Não as palavras".
Posso te assegurar que se alguém montar esse meu texto "bonitinho", "certinho" igual ao livro, acho que não vou gostar.
Gosto do teu trabalho e o que mais admiro em ti é o teu atrevimento, a tua coragem de ousar, sejam lá quais forem as consequências. Não muda. Continua assim, please!

Quero ver novamente a peça mas não lembro os dias que será apresentada no La Salle. Podes me informar? O Tenóriio Telles também está querendo assistir.

Livro de Leyla leong... à venda na livraria Valer. Indico às crianças e a Juventude.
A criação de Figurinos, Cenários... Onde tudo surgiu...


Essa Tal de Natureza é um teatro que presta homenagem a infância, substituindo a repugnância comum nas encenações de engajamento social a uma interpretação sensível, poética, simbólica e mágica, com personagens que influenciará na aproximação do público. A intenção é criar um fio condutor de comunicação, lixos e sucatas fortalecerão a viagem lúdica da Direção, estimulando o público a perceber a necessidade de reciclar nos primeiros minutos do espetáculo. Os adereços serão feitos de papel, jornal, latas, dinheiro e papelão, ou seja, materiais que as crianças conhecem e já mantém alguma identificação, garantindo retorno imediato de comunicação. Dessa forma, o projeto pretende promover debates reflexivos pelos temas abordados a cada fim de apresentação, intermediado por um professor ou pedagogo das escolas contempladas pela temporada. Embora se justifique como um projeto de montagem, ele abrange e ultrapassa fronteiras não servindo apenas de diversão e entretenimento, mas de utilidade educacional e artística.




O projeto é alicerçado com cênica contemporânea reunindo várias vertentes artísticas a dá lugar a única forma: A Comunicação, numa perfeita combinação de estilos e disciplinas. Será a oportunidade de acesso não-maniqueísta ao livro de Leyla Leong, através das vivências das personagens, envolvido num enredo direto, crescente e empolgante.



Bodas de Sangue, de Federico Garcia Lorca.


Prêmio PROARTE - 2009 SEC - Secretaria de Cultura do Amazonas.

Participação no 6º FTA - Festival de Teatro da Amazônia, recebendo os prêmios;

Melhor Cenografia
Melhor Música
Melhor Direção
Melhor Atriz Coadjuvante - Ednelza Sahdo
Melhor Atriz - Vanessa Pimentel
e Melhor Espetáculo da 6º edição do FTA.


MEMÓRIAS DO SANGUE


Monik Pétala - Atriz - Personagem LUA.

É preciso sempre voltar a Lorca. Nos tempos de solidão desenfreada, numa multidão cada vez mais sem objetivos dignificantes, urge um retorno ao amor primordial entre os seres, o regresso de uma poesia pulsante ao nosso Teatro. Eis a urgência da dramaturgia de Federico García Lorca aos palcos de todo o mundo. Sua mensagem transpassa tempos e situações, pois é feita do amálgama dos eternos conflitos que habitam os corações vorazes, da inquietude dos artistas, daquela ânsia de derrotar o touro incontrolável que habita a cada um de nós. “Sobre teu corpo, que há dez anos se vem transfundindo em cravos de rubra cor espanhola, aqui estou para depositar vergonha e lágrimas”. A verve poética do dramaturgo que fez da Espanha sua cruzada medieval, levando a cruz da arte da liberdade e a espada na bainha da calça, e que nunca usou, pois Lorca era feito de uma substancia platônica que já não existe mais neste planeta: a paixão pelo outro, revigorando sua arte pela circunstancia emergencial de doar-se feito um mártir que busca um horizonte onde o amor triunfaria. Este amor  porém vem acompanhado de uma certa melancolia profética, onde o dramaturgo, tal qual as ciganas que prenunciam o futuro, antevia sua morte numa Espanha calejada pelo sangue dos justos. Lorca era um deles. “Vergonha de há tanto tempo viveres, se morte é vida, sob o chão onde esporas tinem a calcam a mais fina grama e o pensamento mais fino de amor, de justiça e paz”. Bodas de Sangue, na visão do jovem e talentoso artista Douglas Rodrigues, é mais um mosaico de emoções fortes e de imagens simbólicas que esfaqueiam a todos os seres sensíveis, e aqui a sensibilidade é natural como um corpo que voa sobre nossa mente, como se martelasse numa arena de touros: “agora chegou a tua hora”. Hora crucial onde a Arte&Fato descortina uma muralha de personagens já cristalizadas no imaginário do homem-palco, ou seja, o que transpira Teatro por todos os poros. Há de notar-se que estamos sem novidade nesta trajetória de Douglas Rodrigues, pois o rigor e a pulsação vibrante de suas idéias cênicas são uma “trademark” indelével de seu Teatro, um Teatro de risco, sem concessões. O encontro de uma forte dramaturgia com uma jovialidade inesgotável faz a alquimia perfeita dos que almejam a pedra encantada, num Teatro que não se permite existir sem desafiar os incautos. Para ser uma Boda de Sangue legítima a transfusão deve ser de risco, o jorro deste líquido carmesim deve despejar todas as máscaras que eclipsam o homem e seus terríveis fantasmas: o ódio e o preconceito.



Lorca estava atento ao poder da arte na transformação da sociedade, e acredito que uma companhia de Teatro, ao optar por esta montagem, traz uma parcela de revolução já latente em cada ensaio, em cada botão de figurino, em cada foco de luz que adentra no palco de Bodas de Sangue. “Lágrimas de noturno orvalho, não de mágoa desiludida, lágrimas que tão-só destilam desejo de ânsia e certeza de que o dia amanhecerá. (Amanhecerá). As veias de cada integrante deste elenco faz circular um sangue feito de clamores pelo que de melhor existe na arte: a ultrapassagem do ser para outro ser, o espetáculo que permanece na memória de um espectador ávido por uma verdade de cena, onde a obra está acima de débeis egoísmos, e onde o brilho caberá ao poeta granadino, autor da Trilogia do Sangue, onde também habitam no mesmo universo trágico de Bodas de Sangue as peças Yerma e A Casa de Bernarda Alba. A Espanha que conhecemos hoje deve muito a Lorca, este espírito espanhol, senão criação de Lorca, é fruto de seu sucesso mundial como pensador, poeta, revolucionário da estética teatral, acima de tudo, de um homem de Teatro além das convenções canhestras de seu tempo, onde a ditadura de Franco acabou por triunfar. O triunfo de Franco representou a morte do homem Lorca, mas no outro viés, a ressurreição de sua estética poética para o infinito do sempre,  o “encontro do céu com o mar”, como disse Arthur Rimbaud, outro grande poeta e visionário. “Esse claro dia espanhol, composto na treva de hoje, sobre teu túmulo há de abrir-se, mostrando gloriosamente, ao canto multiplicado de guitarra, gitano e galo, que para sempre viverão os poetas martirizados”. Uma arte feita de uma coragem extrema se descortina agora para nós. O fato inconteste é que ao passarem estes personagens sobre suas retinas, um espelho mágico, onde o passado e o futuro coabitam, o conduzirão  para uma estrada de sensações memoráveis, onde o Teatro torna-se um vetor da tua transcendência. Com Bodas de Sangue tua transfusão estará concluída. Resta saber que destino teu corpo e mente darão a este sangue produzido há mais de sessenta anos atrás. O artefato teatral de Lorca que a Arte&Fato revigora com sua montagem.



Post escriptum- Foram inseridos no corpo deste texto, em forma de homenagem, o poema “A Federico García Lorca”, de outro poeta igualmente genial, Carlos Drummond de Andrade.

Manaus, 9 de agosto de 2009.

Jorge Bandeira




Yebá Burôh - A Índia Velha do Universo. Dramaturgia - Douglas Rodrigues

Ponto de Partida... Yebá é mito, antropologia e relato dos "homens Vermelhos". Será traduzido para espanhol, por companhia Paulista e Roteiro de Cinema.


Prêmio Myriam Muniz de Montagem - 2008
Prêmio Myriam Muniz de Circulação Nacional - FUNARTE - Fundação Nacional de Artes - 2010

Indicado a todas as categorias do 5º FTA - Festival de Teatro da Amazônia, recebendo os prêmios:

Melhor Figurino, Direção e Música - Mikelane de Almeida.


Manifesto da Mãe Terra
Os conquistadores tentaram nos domesticar, como fazemos com as araras e os
papagaios. Tentaram matar nossa alma, fazer esquecer o que somos, mas ainda
não nos venceram. E jamais nos vencerão. Porque somos os "Filhos do Sol",
Somos da terra e do céu. “E mesmo que o universo inteiro seja destruído,
NÓS VIVEREMOS SEMPRE!“.

 
Florêncio Almeida Vaz
Março de 2000 - Santarém - Amazônia – Brasil


Rivaldo Monteiro - Ator
 
...Relatos de homens apaixonados pela terra, unindo nos seus escritos poesias, utopias e premonição da vida futura. Há quase 200 anos atrás, o índio Americano Seattle responde ao chefe de Estado sobre a oferta de comprar terras pertencentes a sua tribo, em resposta, o índio nos presenteia uma bela obra da antropologia datada em 1854. 
O que isso tem a ver com nossa atualidade? Nosso momento? Teatro no Amazonas? Teatro quanto conceito estético e político?
Nada, se olharmos pela nossa efêmera necessidade. Mas a arte rompe barreiras e serve para além do entretenimento. Bertold Brecht é visitado para compor a obra, oportunizando para além do divertimento, um encontro reflexivo do HOMEM com a TERRA.
Olharmos com olhos étnicos é uma tarefa não comum. Quando catequizados, impuseram as leis cristãs. Poderiam eles ter ensinado o branco a viver melhor e ensinaram, mas “nunca tivemos tempo de parar e ouvir”. 
Busco com a obra um deleite de emoção e reflexão, rompendo o empirismo estético, quero chegar a brindar com os Deuses da terra meu dever quanto artista. Não será um espetáculo apaixonado e vazio. Por isso, visito as linguagens teatrais, as artes plásticas, o cinema, a dança-teatro, e a música para celebrar com teatro os Deuses que teceram os fios da Amazônia.
È uma espécie de Marx caboclo, de música inventada do avesso, cantigas de roda tribal, linguagem de vanguarda, dialética com cheiro de folhas secas. Nada folclórico.
 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Desejo Morte e Ressurreicao na Natureza. O Irreal se Torna Real.

Cena do Espetáculo dentro da programação do 7º FTA - Festival de Teatro da Amazônia.

Essa Tal de Natureza, encenada por Douglas Rodrigues para a companhia Arte & Fato, foi baseada no livro de mesmo título, da jornalista Leyla Leong e concorre, na categoria infantil, no 7º. Festival de Teatro da Amazônia. O enredo do drama, numa só linha, narra a trajetória de um pássaro da Amazônia que resolve descobrir o que tem além da floresta e encontra um reino de pedra e metal, onde se fere mortalmente e ressurge para reconhecer a natureza como a própria vida. O livro está em sua 3ª. Edição e, em dias de devastação, propõe que as crianças de hoje sejam, num futuro próximo, seres melhores, que respeitem a vida, conscientes da importância da preservação da Natureza. A encenação segue com fidelidade a proposta da autora em diálogos elaborados com maturidade, na adaptação dramática de Douglas Rodrigues.
Premiadíssimo nas edições anteriores do Festival de Teatro da Amazônia, entre outros prêmios importantes conquistados a nível nacional, a Companhia Arte & Fato, tem uma linguagem muito própria, baseada na limpeza de elementos cênicos, na simplicidade com que cria e executa a estética de seus espetáculos. É um teatro que encanta e estimula o espectador na reflexão do mundo que nos cerca. Dentro dessas características particulares, que a cada montagem vai radicalizando mais, ressalta-se a música ao vivo, que aparece grandiosamente em seus espetáculos e sublinham as emoções desenhadas nas ações das personagens, o que ajuda a mexer com os sentidos da platéia. Uma Companhia estável e respeitada pelo seu trabalho, portanto.
Essa tal de Natureza, o espetáculo, tem momentos simbólicos de grande beleza plástica, como a ritualização da travessia do reino da Natureza até o reino de pedra e metal da personagem Senhora do Limiar, interpretado por Elines Medeiros, que borrifa um perfume peculiar da floresta na platéia, simbolizando a essência da vida e da Natureza. Outro momento onde a poesia é companheira do encenador mostra o jovem Pássaro, em coreografia que utiliza diversos planos, aprendendo a voar com o Pássaro Transitório, interpretado por Weldson Rodrigues, e parte num vôo para o reino de pedra e metal onde encontra sua própria morte. Com essas cenas fantásticas, a trama nos remete aos clássicos da arte, como Dersu Uzala, filme de Akira Kurosawa, onde um explorador salvo por um velho caçador, decide levá-lo para a cidade, confrontando seus costumes de forma esmagadora com o modo de vida burocrático na cidade, fazendo-o questionar diversos padrões da sociedade. No desfecho dessa trama, o Rei resolve aprisionar a Natureza e acaba perecendo junto com ela, quando uma bomba explode e devasta a vida. Mas a esperança ressurge no Jovem Pássaro que volta à vida, completando o ciclo dramático sustentado pelo tripé desejo, morte e ressurreição.
Mesmo diante de tantos acertos, alguns ingredientes teatrais no espetáculo ainda estão em formatação, principalmente no que diz respeito à interpretação. Existe uma overdose na construção dramática das personagens, que pode ser reparada até o ponto onde não seja incomodo para o espectador. O exagero não remete à emoção, ao contrário, provoca o distanciamento crítico na platéia e a encenação pode perder o jogo dramático essencial do teatro. Douglas é um encenador talentoso, criativo, pode corrigir e nivelar a interpretação do elenco, a fim de que a lanterna de todos, acenda durante a próxima sessão d´Essa Tal de Natureza.

Chico Cardoso
Diretor Teatral   

A 7º edição do FTA - festival de Teatro da Amazônia

Prêmio de Melhor Maquiagem - Essa Tal de Natureza

O espetáculo Essa Tal de Natureza, dirigido por Douglas Rodrigues, foi o vencedor nas categorias melhor maquiagem, melhor figurino, melhor atriz coadjuvante e melhor cenografia. A Cia Arte&Fato tem um trabalho consolidado em Manaus, com uma linguagem amazônica tem percurso por tecnicas de encenação que valoriza o ator e a dramaturgia. (Chico Cardoso - Diretor teatral)

Sustentabilidade no Ponto de Cultura

O Premiado Douglas Rodrigues dirige o Ponto de Cultura - Ação do Programa Mais Cultura do MINC.

O projeto do Ponto de Cultura Arte&Fato, sedimentado a partir do espaço cultural que oferece uma programação alternativa de música, teatro e dança, também continua oferecendo oficinas de teatro, onde os elementos de uma montagem são trabalhados atentamente com o objetivo de criar a sustentabilidade nas ações do Ponto. No prazo de três anos, o Ponto Arte&Fato poderá dispor de figurinistas, cenógrafos, aderecistas e atores para fomentar o mercado local. Gerar emprego e renda é dever das iniciativas culturais que visam a formação. “Tenho orientado um trabalho que certamente fortalecerá o teatro no Amazonas”, revela Douglas Rodrigues, diretor do Ponto. Em 2010, passaram pelos cursos do Ponto Arte&Fato cerca de 150 alunos de várias comunidades de Manaus. O projeto pretende atender outros municípios do Amazonas, mas está captando recursos para consolidar a interiorização. “Com mais recursos, poderíamos distribuir melhor o conhecimento e estimular espaços alternativos para um movimento teatral mais ativo na Estado”, enfatiza Douglas. Para 2011, novas montagens darão suporte prático aos alunos do Ponto. Acompanhar as etapas de uma montagem qualifica ainda mais a experiência do fazer teatral. Essa é a meta principal do Ponto Arte&Fato, que intensificaremos em 2011”, finaliza Douglas.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mikelane Almeida - Direção Musical - Arte & Fato

Assim sempre acontece! ou quase sempre... Criticamos, e pouco realizamos; Desconstruímos e não construímos  a sí e aos outros. Falamos em movimento teatral do AMAZONAS, mas pouco, se vê nas trocas entre artistas. Pelo contrário, as pessoas se auto multilam por um edital, pela defesa de sua estética inexistente, ou pela dramaturgia inexpressiva, que se julga ser contemporânea. Não quero defender nem julgar nada, não permito perder tempo a isso. Só vim a agradecer:

Mikelane de Almeida, hiper amiga e profissional, competente no que faz, de profunda fé e riqueza espiritual. Vai deixar a AACA - Arte & Fato, por motivo maior: O CASAMENTO, noutro lugar geográfico longe das terras barés... Que felicidade! Estamos crescendo mesmo!!! Ciclo vital, de vida e morte. Creio que a AACA deva perder seu coração, por que pulsa forte nas ideias e nas mãos de Mikelane Almeida. Sempre deixo claro, teatro aconteceu, eu curto música, amo cantar, queria cantar... As encenações do Arte & Fato foi mais que eu artista, foi minha loucura de ser músico, e NÃO SOU. Mas tudo se afina e se alinha nos patamares abaixo do céu e Mikelane veio externizar e TEATRALIZAR a MÚSICA DA MINHA ALMA. Vamos viajar em 2011, vamos produzir VENTOS DA MORTE, estamos afinando e equipando nossa escola de artes - chamada Casa de Cultura - Arte & Fato. Claro, quero alguem competente para acompanhar nossas ideías e a vaga jamais será doada, aberta ou facilitada. Estamos escolhendo a dedo a nova Direção Musical, onde possivelmente deva ter participações da própria MIKELANE ALMEIDA.
Iremos realizar no dia 05 de Janeiro um SHOW chamado - CENA MUSICAL ARTE & FATO. Teremos a participação dos músicos da AACA, comemorando esse ciclo de vida e de teatro musicalizado no coração da selva...

Arte & Fato

AACA
Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas
ARTE & FATO
Bodas de Sangue, de Federico Garcia Lorca -
Por Douglas Rodrigues
A AACA - Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas ARTE & FATO, teve inicio em 1999, com inúmeros artistas oriundos do CAUA - Centro de Artes da Universidade do Amazonas. Seu nome de fundação era Grupo de Repertório Arte & Fato, baseado e extraído, do Grupo de Repertório Wagner Melo, um grande incentivador dos artistas envolvidos na ideía de consolidar as artes cênicas na cidade. Em 2001 recebeu o prêmio apoio montagem da Secretaria de Cultura do Amazonas com o espetáculo infantil: Putz, a Menina que Buscava o Sol; Em 2003, Prêmio auxilio montagem do Governo do Amazonas com o espetáculo Adulto: As Donas do Apocalipse; Em 2004 contemplado no Prêmio FUNARTE/MINC - Projeto Nacional Caravana de Circulação Brasil-Amazônia com o espetáculo: Putz, A Menina que Buscava o Sol, percorrendo 14 municipios com oficinas e Workshops sobre teatro Infantil, além da obra encenada nas ruas, praças, escolas e Teatros. No II Festival de Teatro da Amazônia realizado em Manaus, recebeu os prêmios: Melhor Figurino, Melhor Iluminação, Melhor Cenário, Melhor Direção, e Melhor Espetáculo, com a encenação de: A Gema do Ovo da Ema, de Silvia Orthof. Prêmio Governo do Amazonas de Apoio a Produção 2007 pela remontagem de: Putz, A Menina que Buscava o sol. No III Festival de Teatro da Amazônia recebe pelo espetáculo: Putz, A Menina que Buscava o Sol, de Maria Helena Krunher os prêmios: Melhor Iluminação, Melhor Cenário, Melhor Figurino, Melhor Atriz para Carol Santa Ana e Melhor Direção. Em 2006, Contemplado no prêmio Myriam Muniz de Teatro viabilizado pelo MINC/FUNARTE – Fundação Nacional de Arte, com o programa de oficinas para jovens em estado de vulnerabilidade social, seguido da montagem - homenagem ao Grupo VENTOFORTE pela contribuição ao Teatro Nacional, encenando a obra: O Labirinto do Januário de, Ilo krugli, com estréia Nacional no Teatro Amazonas em Agosto de 2008. No IV Festival de Teatro da Amazônia recebe o prêmio Jurupari de: Melhor Musica e Melhor Direção, além das indicações a Figurinos, Iluminação, Cenografia e Melhor Espetáculo, com o Labirinto do Januário. Em 2007 recebe o prêmio FUNARTE - Myriam Muniz de Teatro, com o espetáculo: Teatro História: Manaus para Crianças. Em 2008 com o espetáculo Yebá Burôh – A índia velha do universo recebe os prêmios: Melhor Música, Melhor Figurino e Melhor Direção. Em 2009, através de Lei Rouanet – recebe carta aprovação ao projeto: Arte & Fato: 10 anos em Processo. Além dos prêmios: PROARTE – Programa de Cultura de Artes do Estado com Bodas de Sangue, PAIC – Programa de Apoio e Incentivo a Cultura, com Essa tal de Natureza, com o mesmo projeto recebe o prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Fundação Nacional de Artes e dentro da VI edição do Festival de Teatro da Amazônia recebe os prêmios: Melhor Cenografia, Melhor Música, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Atriz Principal, Melhor Direção e Melhor espetáculo. No ano de 2010 representa o grupo no IV encontro TEIA Nacional realizado em Fortaleza/CE, com o Ponto de Cultura Estação Cultural. Atualmente a AACA foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz de Circulação Nacional com o espetáculo Yebá Burôh - A Índia velha do Universo e BOLSA RESIDÊNCIA em São Paulo - nos Grupos XPTO de Oswaldo Gabrielli e VentoForte - de Ilo Krugli, No mesmo ano, aprovado pelo edital PROARTE - 2010 com a montagem da obra; VENTOS DA MORTE, inspirado na obra SIMUM de August Strindberg com estreía prevista para o primeiro semestre de 2011.



Yebá Burôh - A Índia Velha do Universo
Myriam Muniz de Teatro - 2008 -  FUNARTE
Myriam Muniz de Teatro Circulação Nacional - 2010 - FUNARTE