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sexta-feira, 22 de março de 2013

Lorca Overdose, acontece na próxima SEMANA - MARÇO 2013

Café Teatro - Av. 7 de Setembro - Centro - Manaus/ AM.
A Oficina sob titulo Lorca Overdose, é exatamente o que propõe o nome:

Exagero desmedido da temática Lorquiana.


Com Realização da Manaus Cult e  AACA - Arte & Fato, tem como objetivo principal a distribuição dos bens investigatório realizado pelo encenador Douglas Rodrigues, que desde 2009 mergulhou na proposta Hispânica para desenvolver sua estética, consideradas pelos principais teatreiros da cidade de MANAUS - AM, como rigorosa.


Teoria e Prática são as bases da oficina que tem duração para 12 horas, e no último dia, uma INTERVENÇÃO, tendo como experimento os textos que a posteriori a sua MORTE (Lorca), foi nomeada como: TRILOGIA de SANGUE.

Yerma,
A Casa de Bernarda Alba
Bodas de Sangue,

São consideradas referências da DRAMATURGIA, sendo alvo e motivo de inquietações de grandes encenadores.
Atriz - Vanessa Pimentel


VER MAIS -

Douglas Rodrigues é encenador desde 1999, a frente do Arte & Fato possui mais de 30 prêmios, participou de todas as edições do FTA - Festival de Teatro da Amazônia, possui mais de 20 editais aprovados nas esferas: Municipal, Estadual e Federal.
Em 2010 recebeu voto de Aplauso no SENADO FEDERAL pelo atual Prefeito - ARTHUR NETO, por suas obras teatrais. Da mesma forma, a Senadora Vanessa Graziottin, concedeu VOTO de APLAUSO, por sua obras dedicadas a Infância.

Desde 2009 pesquisa a obra Lorquiana, recebendo pela 1ª montagem da trilogia -

BODAS DE SANGUE, os prêmios:

Melhor Figurinos
Melhor Cenário
Melhor Atriz Coadjuvante para Ednelza Sahdo
Melhor Atriz para Vanessa Pimentel
Melhor Direção
Melhor Espetáculo

Apresentando em seguida no II Seminário Internacional de Crítica Teatral de Recife, acompanhado de 12 músicos que executaram as obras sonoras ao VIVO.

Realizou a abertura do VIVO ENCENA, - Região Norte, na diretoria de Lívia Mendes, pela Manaus Cult Prefeitura de Manaus.

Realizou 02 temporadas de repercussão no Teatro da Instalação com a obra.

Gravou o espetáculo dentro do Teatro Amazonas, para o Programa da TV UFAM, sendo veiculado na cidade de Manaus abertamente.
A Casa de Bernarda Alba - Atriz Acácia Mié


No ano de 2012 encenou a OBRA - A Casa de Bernarda Alba, considerado o maior desafio do diretor, justamente pela obra ser considerada o maior enigma da trilogia.

Estreio no Teatro Amazonas, com lotação. Recebendo os prêmios:


Melhor Atriz - Ednelza Sahdo
Prêmio: Pesquisa Cênica, Sonora, Visual e dos Elementos Cênicos.

A Pré estreia do Espetáculo aconteceu nas escadarias do Palácio da Justiça, na Avenida Eduardo Ribeiro - Centro.
Centro Cultural
 Palácio da Justiça



Teatro Waldemar Henrique recebe AACA - Arte & Fato




O espetáculo O Dia que a Terra Dançou, apresentou-se no Teatro Waldemar Henrique no dia 15 de Março de 2013, as 19:00 horas. A apresentação fez parte do projeto Kasato Maru - A Viagem Retorno pelo Grande Rio Mar, contemplado na última edição do edital de fomento a cultura Myriam Muniz - 2012.

A apresentação tem grande repercussão, tendo ainda, apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Pará.

No elenco: Israel Castro, Dennis Carvalho, Pablo Rodrigues, Adriano Holmes, Dione Maciel, e Laury Gitana, com participação dos Músicos Jeferson Silva e Alan Jones executando as músicas ao vivo.

O Teatro Waldemar Henrique foi o primeiro Teatro Alternativo do Brasil, localizado na Praça da República - Belém do Pará. A riqueza de detalhes em Madeira fazem dele uma das referências da arquitetura do Brasil.
O espetáculo tem Direção do premiadíssimo Diretor de Teatro - Douglas Rodrigues, e a produção realizada por Wesley Almeida.

"A AACA - Arte & Fato, agradece o apoio e a acolhida na cidade de BELÉM - PA, aos técnicos do teatro, e ao diretor do Teatro Waldemar Henrique que gentilmente, apresentou o Teatro aos artistas do Amazonas.

A FUNARTE - Fundação Nacional de Artes pelas ações de fomento a cultura do País, contribuindo para o melhor preparo teórico, prático e  logístico das ações culturais.


Projeto Kasato Marú - A Viagem Retorno pelo Grande Rio Mar





O Dia em que a Terra Dançou

Espetáculo escrito por Douglas Rodrigues, a partir do texto original: O MITO DO ALÉM MAR. Base de suas experimentações para a infância e a juventude, onde a tragédia, e os mitos revigoram suas inquietações de encenador. O texto foi pesquisado no bairro da liberdade SP/ São Paulo dentro do projeto de residência artística, patrocinado pelo MINC – Ministério da Cultura – 2010. Encenado no mesmo ano, participando do VIII FTA – Festival de Teatro da Amazônia, recebendo prêmio de melhor figurino, iluminação e direção para Douglas Rodrigues, o artista com mais de 12 anos no teatro, envereda por inúmeras linguagens: Teatro, Dança, Música e Artes Plásticas, recebendo ao logo de sua trajetória mais de 30 prêmios, e inúmeros editais, federais, estadual e municipal.

O Espetáculo:

O oriente estava próximo a completar o ciclo vital com celebrações a natureza, numa época de grande prosperidade, num passado indeterminado. Os artistas estavam preparando os festejos da primavera, ensaiando coreografias, bailados, cantos as divindades, adereçando os noves dragões, os estandartes, e as flechas em memória dos guerreiros do antigo Japão. Muitos jovens estão envolvidos, costurando, tecendo os balões, dobrando os arames, cortando os gravetos, colando papeis de seda multicoloridos nos galhos secos pintados de branco. Na praça ao centro, crianças brincam de pipas harmonicamente, noutro canto YONG (significado de corajoso) de pipas e mãos, representação alegórica do dragão e negro, demonstra inquietação.
É a saga de um aprendiz de ator, que revigora a prática as artes através da tragédia de seu tempo, o terremoto no Japão. O mito do MAR é revisitado criando um dialogo profundo entre a poesia tradicional japonesa e a modernidade.
É um conto sensível, para crianças e jovens!
“É um espetáculo triste mais não vamos chorar”, garante o narrador da peça o Dia que a Terra Dançou que começa a Circular na região norte, a partir do dia 12, em inúmeras cidades, dos Estados do Pará, Amazonas, e Roraima, premiado do FTA – Festival de Teatro da Amazônia, 2010 a produção e de competência do Dramaturgo e Diretor Douglas Rodrigues, que foi contemplado no prêmio Myriam Muniz –Teatro 2012 o espetáculo faz parte do projeto KASATU MARU, o retorno pelo grande rio Mar, criado com objetivo de trocas e vivências teatrais na região Amazônica. A ideia surgiu diante residência artística realizado na cidade de São Paulo em 2010, mesmo ano da encenação e data que se comemora a migração Japonesa para o Amazonas. Concebido com o apoio estrutural e filosofo da Associação Nipônica da Amazônia. O Dia em que a terra Dançou é inspirado no mito de tradição oriental que retrata o processo de formação de um guerreiro, é a história do jovem YONG (Corajoso) vivido por Israel Castro, que tem o sonho de transforma-se em SAMURAI para isso é necessário enfrentar obstáculos, sendo o principal é vencer o medo do MAR E da MORTE, destacando do povo Japones com o MAR...

Oficina: Lorca Overdose - Experimentos Cênicos


Nos dias 25, 26 e 28 de Março, o Café Teatro sediará a oficina intitulada: Lorca Overdose - Experimentos Cênicos, com objetivo de dialogar a obra Lorquiana com artistas, atores e interessados na reflexão prática e teórica da obra de um dos principais Dramaturgo da História: Federico Garcia Lorca.
 A oficina será ministrada por Douglas Rodrigues, tendo apoio ainda de Jef Silva e Alan Jones fazendo som para as atividades práticas.
 É necessário se inscrever URGENTEMENTE, só serão 30 Vagas, e sem custo. Totalmente gratuita.
 Podem ir diretamente ao Les Artistes Café-Teatro, procurar Serginho Queiroz para as inscrições. Será necessário no MÍNIMO 01 ano de atividade na área.
 Além disso:
 Roupas leves, disponibilidade de 12 h. mínimas, com encerramento previsto para o dia 28, a partir de 19:00 horas, aberto ao público.
 A oficina é uma realização da AACA - Arte & Fato e Manaus Cult,
 qualquer dúvida
 32153120, falar com a Srª Vera.
  Serão necessários conhecimentos mínimos das obras:
 A Casa de Bernarda Alba
Yerma, (obra a ser encenada pela AACA - 2013)
Bodas de Sangue.
 Aguardo aos que admiram o meu trabalho,
 Muita arte, nesse fim de mês que comemora-se o dia do ARTISTA.

domingo, 23 de setembro de 2012

Apresentação na 9 edição do Festival de Teatro da Amazônia.






Silêncio! Não quero choros... Assim inicia a obra!
Lorca recorre ao simbolismo para criar a dramaturgia de A CASA DE BERNARDA ALBA. Bernarda, personagem central do texto, é uma matriarca dominadora que mantém as cinco filhas, Angústia, Madalena, Martírio, Amélia e Adela sob vigilância implacável, transformando a casa onde vivem, em um pequeno povoado na Espanha, em um caldeirão de tensões prestes a explodir a qualquer momento.
Desejo sexual, repressão, anseio por liberdade, autoritarismo, loucura, inveja, prática do poder, amor, paixão, suícidio e morte são temas da casa.
E por se tratar de temas universais; A CASA DE TODOS NÓS.

Silêncio, eu já disse: Silêncio! Anuncia o fim do DRAMA.

A Casa de Bernarda Alba, Encenação Douglas Rodrigues - Manaus - Amazonas, Teatro Amazonas.

Arte & Fato, se prepara para encenar o espetáculo A Casa de Bernarda Alba.



Depois do sucesso do espetáculo ‘Bodas de Sangue’, a companhia Arte& Foco se prepara para encenar mais dois espetáculos do escritor espanhol Frederico García Locar, ‘A Casa de Bernarda Alba’ e ‘Yerma’ (que compõem a trilogia de sangue do escritor).

As três tragédias do dramaturgo Frederico García Lorca, considerado o mais influente escritor espanhol depois de Miguel de Cervantes, fazem parte do projeto da Companhia Arte & Fato, que até 2014 apresentará os três espetáculos, em Manaus.

Após encenar a primeira peça da trilogia em 2009 e ter uma boa aceitação, atualmente a companhia está em fase de preparação para encenar a segunda, com participação de 12 atrizes locais. A proposta é até o final de julho, aconteça a estreia da peça ‘A Casa de Bernarda Alba’ no Teatro Amazonas.

Douglas Rodrigues, diretor do grupo e do espetáculo, lembra que a Arte & Fato com ‘Bodas de Sangue’ conquistou seis prêmios na edição de 2009 do Festival de Teatro da Amazônia e que, após a boa receptividade do público e da crítica, a companhia sentiu-se estimulada a continuar a encenar as obras de Lorca.

“Lorca é um dos autores mais visitados do mundo inteiro, é um clássico espanhol, ele é o maior da literatura espanhola. Toda companhia que deseja passar por um processo de investigação deseja montar Lorca”, conclui.

Atualmente, ‘A Casa de Bernarda Alba’, que já passou pelo processo de entendimento textual, está no módulo de teoria e prática, onde os atores estão absorvendo o conhecimento “Lorquiano”, segundo Douglas Rodrigues.

“Os textos de Lorca contextualizam o período em que a Espanha era essencialmente patriarcal, onde as mulheres são submissas. Temos que ter conhecimento desta época, que retrata a Espanha da década de 30 até a década de 60”, diz, completando que as três obras terminam com desfechos trágicos.

Produção
‘A Casa de Bernarda Alba’ terá a participação das atrizes Monik Pétala, Larissa Rufino, Vanessa Pimentel, Lilian Machado Ednelza Sadho, Dayane Nunes, Raquel Santos, Laury Gitana, Amanda Paiva, além de quatro homens, que estarão na produção do espetáculo.

O figurino, que será assinado por Rivaldo Monteiro, Dione Maciel e Douglas Rodrigues, retratará o “luto” do povo espanhol, daquele período da ditadura militar hispânica e também das mulheres da casa que são proibidas de interagir com o mundo.

Quanto a parte da trilha sonora, o diretor antecipa que, como Lorca é conhecido além da dramaturgia também pelas poesias, serão musicados vários de seus poemas.

Toda parte musical será realizada pela Orquestra de Bolso da Companhia, composta por Jeferson Silva Mikelane Almeida e Regina Santos, que vão musicalizar parte das poesias de Lorca para o palco. “Essas poesias receberão uma carpintaria musical’, esclarece Douglas.

Arte & Fato se prepara para encenar o espetáculo espanhol ‘A Casa de Bernarda Alba’

A pesquisa de Figurinos de A CASA DE BERNARDA ALBA.

Os figurinos da obra estão divididos em dois momentos: I – O LUTO com mantos e roupas negras. No II, as mulheres , assim como a cenografia, transfiguram-se para a cor ALVA – BRANCO norteado pelas rubricas do autor. A pesquisa realizada por Douglas Rodrigues é exclusivamente A TEMPORAL. Evitando a reprodução por VEROSSIMILHANÇA, pelo contrário, na função de pesquisador, utilizou-se da investigação de Juliana Schmitt, sobre os lutos VITORIANOS, com a obra: MORTES VITORIANAS – CORPO, LUTO E VESTUÁRIO, em contato com o livro no atelier do J C. SERRONI – São Paulo. A partir daí deu-se a criação das vestimentas da casa. Do Sexo para a CONSCIÊNCIA camisas de inspirações vitorianas, representando a IGREJA MEDIEVAL, O PODER E A HISTORICIDADE dos lutos nas mulheres que perdiam seus HOMENS. Do sexo para os pés, os figurinos são ESPÂNICO, na representatividade do FINCAR OS PÉS, AMOR À ESPANHA, OBRA QUE NARRA o PAÍS.
As camisolas do III ato fazem um recorte histórico. Definindo-as como ROMÂNTICOS, sem esquecer as RENDAS, tão cigana e ESPANHA, para isso, UM CHOQUE DE RENDAS NO ESPETÁCULO.