Em 2014 a AACA – ARTE & FATO completa 15 anos de atividades ininterruptas e para comemorar as atividades, reuniu: pesquisadores, artistas e músicos para produzir a obra: A ESTRADA de autoria do seu encenador Douglas Rodrigues, utilizando um dos episódios mais marcantes da história AMAZÔNICA – A CONSTRUÇÃO DAS BRs – ESTRADA e o GENOCÍDIO dos índios WAIMIRI ATROARI, vitimados pelo exercito brasileiro – MILITARES entre as décadas de 70 e 80, período da construção da BR 174 que liga MANAUS À BOA VISTA.
A obra tem grande reflexão histórica, geográfica, estética e artística podendo ser ponto de reflexões na 11ª edição do Festival de Teatro da Amazônia, por tratar-se de um teatro cujo enredo envolve acontecimentos reais de colonização da Amazônia em “Tempos modernos” e por encarar os acontecimentos como TRAGÉDIA numa perspectiva dialética sobre a BANALIZAÇÃO DO MAL, justificando por si, como obra de arte.
CONVITE A BARBÁRIE
Pais, mães e filhos mortos, aldeias destruídas pelo fogo e por bombas. Gente resistindo e famílias correndo pelos varadouros à procura de refúgio em aldeia amiga. A floresta rasgada e os rios ocupados por gente agressiva e inimiga. Esta foi à geografia política e social vivenciada pelo povo Kiña desde o inicio da construção da BR-174 em 1967 até sua inauguração em 1977.
A DRAMATURGIA
É um espetáculo crítico, sensível e poético, mesmo se tratando de uma dramaturgia que narra fatos históricos, distancia-se da “repugnação” comuns no gênero épico. O recorte histórico se dá entre as décadas de 70/80, o encenador utilizou os fatos “Criação da TRANSAMAZÔNICA e BR 174” para compor a TRAMA e a CENAS distancia-se ao máximo das DATAS e sua importância de verossimilhança para não deixar o espetáculo com linguagem REALISTA, destruindo as simbologias, signos e as iconografias. Os personagens (alguns ainda vivos) devem ser fonte de pesquisa, não de teatralização. A ditadura militar deve ser suprimida por um elemento, numa CENA SIMBOLO, porém, a barbárie deve ser estabelecida através da ESTRADA e da LOUCURA, é a obra: “Flores do Mal” dialogando com o “Paraíso”, a máquina como progresso num trecho impenetrável da Amazônia.
A obra reacende reflexões sobre a colonização da região amazônica num recorte histórico, transfigurando o século XVI e as viagens sanguinárias da Espanha para a década de 70, período da construção das ESTRADAS. Temas como: O progresso, a barbárie, batalhas entre índios e invasores, violência, alteridade, choques culturais, abusos sexuais e identidade étnica serão abordados.
As fantasmagorias dos personagens históricos aparecem, tais quais: O cronista Frei de Carvajal “Relacion del nuevo descobrimento del famoso rio grande das amazonas”, e o Bárbaro Aguirre e sua expedição maldita, dialogando a todo momento com personagens representantes do progresso, estimulando novas alteridades, colonizações e batalhas.
Os diálogos estão divididos em dois blocos linguísticos:
CULTURA DE PROGRESSO: Os diálogos foram extraídos da CARTA/RELATO de Frei de Carvajal, Cronista da viagem de Francisco de Orellana do século XVI – Coroa Espanhola na Amazônia, ao descer o RIO AMAZONAS e observar as populações ao longo do GRANDE RIO, ou seja, O OLHAR DO OUTRO sobre a população AMAZÔNICA.
CULTURA TRADICIONAL: Diálogos extraídos dos indígenas após 10 anos do massacre, parte dos depoimentos estão inseridos no documento apresentado à COMISSÃO DA VERDADE, para que sejam inseridos como vítimas da ditadura aproximadamente 3.000 mil índios. Desta forma, os diálogos dos indígenas e KIÑA são todos depoimentos reais de índios que viveram ou tiveram familiares vitimados no massacre, durante a construção da BR - 174.
Cultura em Movimento
Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas - ARTE&FATO
domingo, 5 de outubro de 2014
sábado, 21 de setembro de 2013
SIMPLESMENTE MAYSA - Teatro Amazonas.
No dia 20 as portas
centenárias do Teatro Amazonas, recebeu o espetáculo cênico, com direção e
roteiro de Douglas Rodrigues. Diretor com 15 anos de trabalho ininterrupto na
cena teatral com inúmeros prêmios na direção para TEATRO ou na PESQUISA
CÊNICA., recebendo tantos outros como Cenógrafo, Figurinista, Iluminador,
Maquiador e etc. Na estreia de MAYSA, atinge outro seguimento: A MÚSICA, não
sendo novidade para ele, ARTE&FATO ao qual dirige é o único grupo da cidade
a possuir um núcleo de músicos, logo, por cinco vezes recebeu prêmios de MÚSICA
PARA TEATRO, sendo um dos principais em 2009, com direção de Mikelane de
Almeida, atualmente em SP, musicalizando poemas de Federico Garcia Lorca, para
o espetáculo BODAS DE SANGUE, escrevendo outras, para a obra Essa Tal de
Natureza.
Simplesmente MAYSA é
um trabalho profissional, sensível, teatral, rico em detalhes. Existe direção,
roteiro pré-definido, sabem o que quer dizer, e sabem estimular a catarse. Ninguém
sai sem derramar uma lágrima ou viajar nas ondas de MARICÁ, moradia última da
artista. O espetáculo inicia-se com arranjos de HUGO PINHEIRO, nato criador que
dispensa comentários, dado a canção CANTO LIVRE, os tímpanos chegam de forma
trágica e operística. Em 05 segundos o
público se vê convidados a conhecer MAYSA, em vídeos projetados dela ainda
criança. Logo seguido pela canção MANHÃ DE CARNAVAL em homenagem a grande
Elizeth Cardoso. Serginho Queiroz chega à
cena como um rei, um príncipe molambo, fazendo Silvio Caldas, interpretando a
canção CHÃO DE ESTRELAS e como diz a canção, no chão viram-se estrelas e com
elas DESCE UM TELHADO com panelas rústicas que o percussionista Andrio Dias faz
emergir sons, o som da FAVELA. A Cena é brilhante que somente grandes diretores
conseguem personificar em cena. Daria livros detalhar o espetáculo na íntegra,
foram 28 músicas e a cada ia abrindo cenários, luzes, focos,
contras e
projeções. O exemplo de Buquê de Isabel, onde a MARCHA TRIUNFAL é tocada e no
fundo abrem-se as escadarias da IGREJA METROPOLITANA DE SP, onde a artista se
casaria com o bilionário André Matarazzo. Inúmeras canções são apresentadas,
onde o público acompanha com aplausos e aplausos. O teatro se cala para ouvir
MEU MUNDO CAIU, onde em seguida um efeito sonoro de AVIÃO atravessa a cena, num
efeito cinematográfico, seguido de outras projeções de MAYSA em tempo real
chegando a PARIS e sobrevoando o OLIMPIA, outras imagens vão se sucedendo,
recortes de jornais da década e cartazes da DIVA na passagem pela EUROPA tomada
num escândalo de cena onde PIAF é o fio condutor. O prólogo da cena é feito com
PADAM PADAM, rasgados pelos pratos operísticos que se repetem ao repetir: PADAM
PADAM. Ora PADAM PADAM é Piaf, sim, MAYSA foi considerada a Piaf Sul Americana
pelos críticos franceses. Os MOVIES LIGHT movimentam a cena com entradas
triunfais de Lívia Mendes fazendo LA VIOLETERA em andamentos Hispânicos; Miriam
Abad faz sua primeira aparição personificando Amália Rodrigues, num fado que
levaria o maior dos incrédulos a viajar por Portugal. A cena torna-se mais
requintada quando Sinézio Rolim divide com Jonhy Meyer a música MY FUNNY
VALENTINE, o clássico do cinema, na estrutura tantas vezes repetidas: Um
cantor, Um foco e um Pianista. A cena torna-se vibrante, lembram musicais do
inicio do século, logo o cenário todo em preto e branco, com a reprodução fiel
das calçadas de Copacabana, quebrado somente com o vermelho das gravatas estilo
“borboleta” nos músicos altamente bem vestidos por Dione Maciel. Quando achamos
que tudo foi feito para conquistar o público, novas surpresas aparecem. O
clássico HINO AO AMOR é cantado, e ao fundo se abre um CÉU AZUL com ao
interprete Sinézio ROLIM com rosa vermelha em MÃOS dramaticamente. Em seguida
Miriam Abad entra fazendo 02 clássicos:
Ne Me Quitte Pas e Um Jour Tu Verras, num vestido longo negro, seguido de um
fundo de mesma cor. O teatro se cala e se ouve emoções dilatadas no público e
na interprete, sim todos EMOCIONADOS! É um espetáculo ver esse diretor e sua
equipe, que ao termino ao agradecer, expõe:
“A maioria dos músicos trabalham comigo há anos”. Logo percebemos que é difícil
acontecer equívocos, todos estão dialogando perfeitamente.
No alto abre-se um Bar
com Serginho Queiroz e Lívia Mendes, a Bossa Nova é homenageada. A cena abre
com texto poema de MANUEL BANDEIRA, que diz em resumo:
“MAYSA não é um corpo.
Maysa são dois olhos e uma boca. Maysa voltou, emagreceu. Nem melhor, nem pior.
Maysa é o Amor”
A partir daí, não
existem preconceitos, todos estão tomados pelo espetáculo, finalizado com a
canção MORRER DE AMOR, arranjado pelo HUGO PINHEIRO e divinamente bem cantado.
Ao fundo, abre-se inúmeras frases de
artistas do Brasil e de fora dele, falando sobre MAYSA,
Tudo tão sensível que
esquecemos que estávamos no teatro e teríamos que voltar para nossas
residências. De uma coisa é certa: “A arte quando acontece transforma pessoas”.
E ninguém volta para
suas residências do mesmo modo que entrou.
Simplesmente MAYSA é
espetacular.
domingo, 24 de março de 2013
Oficina Lorca Overdose, no Café Teatro.
Lorca Overdose, oficina de teatro discute a obra do poeta e dramaturgo Federíco Garcia Lorca, no Café Teatro. O acesso é gratuito e as vagas limitadas.
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| Atriz - Mariana Baldoino |
A Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura e Turismo – ManausCult, promove nos dias 25, 26. E 28 de março, de 14h às 18h a no Café Teatro, Av. Sete de Setembro, 377- Centro a oficina “Lorca Overdose”.
A atividade discutirá as peças teatrais da trilogia “Yerma - A Casa de Bernarda Alba e Bodas de Sangue” do autor espanhol Federico Garcia Lorca e será ministrada pelo ator Douglas Rodrigues.
As aulas fazem parte da contrapartida do PAIC – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, edição 2011, no qual o ator Douglas Rodrigues foi contemplado.
Após a conclusão dos projetos artístico-culturais, os vencedores devem apresentar os espetáculos e obras ao público, como vai acontecer com a Lorca overdose.
No encerramento, dia 28, o ator realizará performance, com três quadros baseados na dramaturgia Lorquiana, com a participação dos próprios alunos.
As inscrições para a oficina já pode ser feitas no Café Tetro, de 13h às 18h, gratuitamente.
Informações: 3215 2590
Sobre Douglas
O ator manauense Douglas Rodrigues é licenciado em filosofia pela UFAM- Universidade Federal do Amazonas.
Formou-se em técnico pela Fundação Rede Amazônica. Foi professor de Arte na Educação, na escola J.K. Na Prefeitura de Manaus de 2011 e 2012.
No Teatro
Foi vice-presidente do FETAM- Federação de Teatro do Amazonas em 2009, professor de teatro no Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro em 2010. Em 1999 fundou a AACA- Associação dos Artistas Cênicos- Arte & Fato.
Em 2012 recebeu o Prêmio Myriam Muniz de Circulação na região Amazônica com o espetáculo O Dia que a Terra Dançou, ministrou oficinas no Estado do PA e AM, pelo projeto. Atualmente está produzindo o espetáculo Cênico Musical – Simplesmente MAYSA, estrelado pelo cantor Sinézio Rolim, acompanhado com Orquestra.
Ao longo de sua trajetória somam-se mais de 30 prêmios, inúmeras participações em festivais da Amazônia e em outros Estados.
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| Ednelza Sahdo - Fotografia Eduardo Gomes |
Asscom Manauscult
(92) 3215-3474
Andréa Renda : 9142-8531
Sky Rodrigues: 9622-1690
sexta-feira, 22 de março de 2013
Lorca Overdose, acontece na próxima SEMANA - MARÇO 2013
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| Café Teatro - Av. 7 de Setembro - Centro - Manaus/ AM. |
Exagero desmedido da temática Lorquiana.
Com Realização da Manaus Cult e AACA - Arte & Fato, tem como objetivo principal a distribuição dos bens investigatório realizado pelo encenador Douglas Rodrigues, que desde 2009 mergulhou na proposta Hispânica para desenvolver sua estética, consideradas pelos principais teatreiros da cidade de MANAUS - AM, como rigorosa.
Teoria e Prática são as bases da oficina que tem duração para 12 horas, e no último dia, uma INTERVENÇÃO, tendo como experimento os textos que a posteriori a sua MORTE (Lorca), foi nomeada como: TRILOGIA de SANGUE.
Yerma,
A Casa de Bernarda Alba
Bodas de Sangue,
São consideradas referências da DRAMATURGIA, sendo alvo e motivo de inquietações de grandes encenadores.
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| Atriz - Vanessa Pimentel |
VER MAIS -
Douglas Rodrigues é encenador desde 1999, a frente do Arte & Fato possui mais de 30 prêmios, participou de todas as edições do FTA - Festival de Teatro da Amazônia, possui mais de 20 editais aprovados nas esferas: Municipal, Estadual e Federal.
Em 2010 recebeu voto de Aplauso no SENADO FEDERAL pelo atual Prefeito - ARTHUR NETO, por suas obras teatrais. Da mesma forma, a Senadora Vanessa Graziottin, concedeu VOTO de APLAUSO, por sua obras dedicadas a Infância.
Desde 2009 pesquisa a obra Lorquiana, recebendo pela 1ª montagem da trilogia -
BODAS DE SANGUE, os prêmios:
Melhor Figurinos
Melhor Cenário
Melhor Atriz Coadjuvante para Ednelza Sahdo
Melhor Atriz para Vanessa Pimentel
Melhor Direção
Melhor Espetáculo
Apresentando em seguida no II Seminário Internacional de Crítica Teatral de Recife, acompanhado de 12 músicos que executaram as obras sonoras ao VIVO.
Realizou a abertura do VIVO ENCENA, - Região Norte, na diretoria de Lívia Mendes, pela Manaus Cult Prefeitura de Manaus.
Realizou 02 temporadas de repercussão no Teatro da Instalação com a obra.
Gravou o espetáculo dentro do Teatro Amazonas, para o Programa da TV UFAM, sendo veiculado na cidade de Manaus abertamente.
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| A Casa de Bernarda Alba - Atriz Acácia Mié |
No ano de 2012 encenou a OBRA - A Casa de Bernarda Alba, considerado o maior desafio do diretor, justamente pela obra ser considerada o maior enigma da trilogia.
Estreio no Teatro Amazonas, com lotação. Recebendo os prêmios:
Melhor Atriz - Ednelza Sahdo
Prêmio: Pesquisa Cênica, Sonora, Visual e dos Elementos Cênicos.
A Pré estreia do Espetáculo aconteceu nas escadarias do Palácio da Justiça, na Avenida Eduardo Ribeiro - Centro.
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| Centro Cultural Palácio da Justiça |
Teatro Waldemar Henrique recebe AACA - Arte & Fato
O espetáculo O Dia que a Terra Dançou, apresentou-se no Teatro Waldemar Henrique no dia 15 de Março de 2013, as 19:00 horas. A apresentação fez parte do projeto Kasato Maru - A Viagem Retorno pelo Grande Rio Mar, contemplado na última edição do edital de fomento a cultura Myriam Muniz - 2012.
A apresentação tem grande repercussão, tendo ainda, apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Pará.
No elenco: Israel Castro, Dennis Carvalho, Pablo Rodrigues, Adriano Holmes, Dione Maciel, e Laury Gitana, com participação dos Músicos Jeferson Silva e Alan Jones executando as músicas ao vivo.
"A AACA - Arte & Fato, agradece o apoio e a acolhida na cidade de BELÉM - PA, aos técnicos do teatro, e ao diretor do Teatro Waldemar Henrique que gentilmente, apresentou o Teatro aos artistas do Amazonas.
A FUNARTE - Fundação Nacional de Artes pelas ações de fomento a cultura do País, contribuindo para o melhor preparo teórico, prático e logístico das ações culturais.
Projeto Kasato Marú - A Viagem Retorno pelo Grande Rio Mar
O Dia em que a Terra Dançou
Espetáculo escrito por Douglas
Rodrigues, a partir do texto original: O MITO DO ALÉM MAR. Base de suas
experimentações para a infância e a juventude, onde a tragédia, e os mitos
revigoram suas inquietações de encenador. O texto foi pesquisado no bairro da
liberdade SP/ São Paulo dentro do projeto de residência artística, patrocinado
pelo MINC – Ministério da Cultura – 2010. Encenado no mesmo ano, participando
do VIII FTA – Festival de Teatro da Amazônia, recebendo prêmio de melhor
figurino, iluminação e direção para Douglas Rodrigues, o artista com mais de 12
anos no teatro, envereda por inúmeras linguagens: Teatro, Dança, Música e Artes
Plásticas, recebendo ao logo de sua trajetória mais de 30 prêmios, e inúmeros
editais, federais, estadual e municipal.
O Espetáculo:
O oriente estava próximo a
completar o ciclo vital com celebrações a natureza, numa época de grande prosperidade,
num passado indeterminado. Os artistas estavam preparando os festejos da primavera,
ensaiando coreografias, bailados, cantos as divindades, adereçando os noves
dragões, os estandartes, e as flechas em memória dos guerreiros do antigo
Japão. Muitos jovens estão envolvidos, costurando, tecendo os balões, dobrando
os arames, cortando os gravetos, colando papeis de seda multicoloridos nos
galhos secos pintados de branco. Na praça ao centro, crianças brincam de pipas
harmonicamente, noutro canto YONG (significado de corajoso) de pipas e mãos,
representação alegórica do dragão e negro, demonstra inquietação.
É a saga de um aprendiz de ator,
que revigora a prática as artes através da tragédia de seu tempo, o terremoto
no Japão. O mito do MAR é revisitado criando um dialogo profundo entre a poesia
tradicional japonesa e a modernidade.
É um conto sensível, para
crianças e jovens!
“É um espetáculo triste mais não vamos chorar”, garante o
narrador da peça o Dia que a Terra Dançou que começa a Circular na região
norte, a partir do dia 12, em inúmeras cidades, dos Estados do Pará, Amazonas,
e Roraima, premiado do FTA – Festival de Teatro da Amazônia, 2010 a produção e
de competência do Dramaturgo e Diretor Douglas Rodrigues, que foi contemplado
no prêmio Myriam Muniz –Teatro 2012 o espetáculo faz parte do projeto KASATU
MARU, o retorno pelo grande rio Mar, criado com objetivo de trocas e vivências
teatrais na região Amazônica. A ideia surgiu diante residência artística
realizado na cidade de São Paulo em 2010, mesmo ano da encenação e data que se
comemora a migração Japonesa para o Amazonas. Concebido com o apoio estrutural
e filosofo da Associação Nipônica da Amazônia. O Dia em que a terra Dançou é
inspirado no mito de tradição oriental que retrata o processo de formação de um
guerreiro, é a história do jovem YONG (Corajoso) vivido por Israel Castro, que
tem o sonho de transforma-se em SAMURAI para isso é necessário enfrentar
obstáculos, sendo o principal é vencer o medo do MAR E da MORTE, destacando do
povo Japones com o MAR...
Oficina: Lorca Overdose - Experimentos Cênicos
Nos dias 25, 26 e 28 de Março, o Café Teatro sediará a oficina
intitulada: Lorca Overdose - Experimentos Cênicos, com objetivo de dialogar a
obra Lorquiana com artistas, atores e interessados na reflexão prática e
teórica da obra de um dos principais Dramaturgo da História: Federico Garcia
Lorca.
A oficina será ministrada por Douglas Rodrigues, tendo apoio ainda de
Jef Silva e Alan Jones fazendo som para as atividades práticas.
É necessário se inscrever URGENTEMENTE, só serão 30 Vagas, e sem custo.
Totalmente gratuita.
Podem ir diretamente ao Les Artistes Café-Teatro, procurar Serginho
Queiroz para as inscrições. Será necessário no MÍNIMO 01 ano de atividade na
área.
Além disso:
Roupas leves, disponibilidade de 12 h. mínimas, com encerramento
previsto para o dia 28, a partir de 19:00 horas, aberto ao público.
A oficina é uma realização da AACA - Arte & Fato e Manaus Cult,
qualquer dúvida
32153120, falar com a Srª Vera.
Serão necessários conhecimentos mínimos das obras:
A Casa de Bernarda Alba
Yerma, (obra a ser encenada pela AACA - 2013)
Bodas de Sangue.
Aguardo aos que admiram o meu trabalho,
Muita arte, nesse fim de mês que comemora-se o dia do ARTISTA.
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